Um dos meus "presentes de Natal" é inscrever-me como doadora de medula óssea... mas só o facto de ter que tirar sangue já me faz ficar com suores friores... Sou mesmo maricas, eu sei!
Podem ser exactamente estes os votos quando finalmente for pedida em casamento... porque eu nunca fui!
Adenda: Poderá (deverá!) ser pela mesma pessoa...
Porque só se sente o espírito de Natal na Baixa... não há nada melhor do que comer um croissant de chocolate na Bénard, fazer umas comprinhas, passear no miradouro de S. Pedro de Alcântara e jantar na Trindade :)
A propósito da correria aos presentes de Natal e das minhas tentativas de explorar as lojas de brinquedos nesta altura recordo-me que quando era criança o meu presente preferido era sempre o dos meus pais! E não era por ser o que tinha pedido (não fazia lista de presentes) nem por ser o mais caro. Era simplesmente por ser o maior :) Era sempre uma caixa grande (quase maior que eu) e estava sempre tão bem escondida que só aparecia mesmo nessa noite. Não sei como é que eles faziam mas escolhiam sempre o brinquedo que eu mais gostava... Acho que vou adoptar esta estratégia quando oferecer presentes: os maiores :)
O meu Menino Jesus/Pai Natal (houve alturas em que co-existiam) desciam pela chaminé da cozinha (que por acaso estava tapada com um exaustor)... faziam imenso barulho e deixavam presentes ao pé dos sapatos da família (eu achava que deixando 2 sapatos recebia mais mas só me deixavam colocar um)...
Só mais tarde percebi que era a minha avó que simulava o barulho e ninguém se aproximava da cozinha nesta altura... acho que nós tinhamos medo de descobrir que era tudo mentira!
... ou também se recordam que as nossas brincadeiras de crianças tinham nomes parvos? Cabra-cega, jogo do alho, o coito (escondidas), o jogo do mata,...